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Fort Atacadista conclui maior painel de arte urbana da região com entrega da fachada no Sol Nascente

 Com quase 1.000 m², nova identidade visual da unidade Sol Nascente encerra ciclo de revitalização artística em Ceilândia e região; projeto totaliza mais de 1.600 m² de murais

O Fort Atacadista, bandeira de atacarejo do Grupo Pereira, fez a entrega oficial da nova identidade visual da unidade Sol Nascente. O projeto de revitalização das fachadas, iniciado no final de março em alinhamento ao aniversário de 55 anos de Ceilândia, encerra sua etapa mais robusta com a finalização de um painel de arte urbana com dimensões que atingem quase 1.000 m².

A entrega no Sol Nascente complementa o trabalho já apresentado na unidade de Ceilândia no último dia 24 de março. Juntas, as duas unidades somam mais de 1.600 m² de intervenção artística em grafite. Enquanto o mural de Ceilândia ocupa quase 600 m², o painel do Sol Nascente destaca-se como o maior do projeto, utilizando técnicas de pintura realista para integrar a arquitetura da loja à paisagem urbana da região.

A obra foi executada pelo grupo de artistas urbanos liderado pelo muralista Carlos Astro, com a colaboração dos artistas plásticos Maurício Nunu, Kelton Bstly, Bruno Byako e Mateusinho. O objetivo técnico da revitalização foi sinalizar o crescimento das lojas e integrar visualmente os serviços oferecidos, como o Açougue Carne Fresca, a Padaria Fort e o setor de FLV (frutas, legumes e verduras).

Mantendo a seriedade e o respeito à história local, os murais retratam marcos e figuras que simbolizam a economia e a cultura regional como a Casa do Cantador, elementos que remetem à presença nordestina e aos costumes dos moradores da cidade e a homenagem aos comerciantes parceiros do Fort, com imagens realistas de personagens como a boleira, o pipoqueiro, o vendedor de algodão doce e o vendedor de cachorro-quente.



A iniciativa reforça a política do Grupo Pereira de valorização de talentos locais e de respeito à comunidade. Durante o processo de execução, que incluiu a preparação dos muros, não houve registros de pichações, o que os artistas atribuem ao reconhecimento do trabalho pela vizinhança.